- Marinha linha tempo Porta Aviões

PORTA AVIÕES – TAIHO

TAIHO (Tradução – Fênix Grandiosa)

MES / ANO / AÇÕES

03 a 06.1944  Japão. 07 de março integra-se a frota. Treinamento até 06.44.

10.06.44  Batalha Aeronaval das Marianas.

19.06.44: 
08:10h Pouco depois de efetuar lançamento de aeronaves é atingido a estibordo, na altura do elevador No.1, por um dos seis torpedos disparados pelo USS ALBACORE. O impacto faz um buraco no casco que inunda área deste elevador em direção a proa e dá ao navios uma inundação que afunda 1,5 metro da linha d’agua, a proa. Mantém a velocidade a 26 nós. O elevador a frente, que foi levantado para operações de lançamento, é abalado e decai dois metros, interrompendo as operações de voo. O impacto do torpedo também rompe os tanques de combustível de aviação e como resultado, a gasolina liberada  se mistura com a água que transborda do elevador dianteiro e o vapor de gás se acumula no seu poço.

Dentro de meia hora, o controle de danos nivelou o elevador No.1 e os aviões restantes foram lançados. No entanto, o vapor de gasolina se acumula no hangar fechado e na área de proa, também fechada, e se torna sério problema. Esforços para libertar o vapor, fazendo buracos no costado do navio ou para ventilar o hangar, são feitos. (“ventile não se refere ao sistema de ventilação atual, mas apenas aos esforços de ventilação).

-13:50h A força de ataque começa a retornar. Com SHOKAKU em chamas os aviões devem pousar no ZUIKAKU ou TAIHO. O perigo de vapor de combustível a bordo de TAIHO é tão grande que a maioria dos pilotos opta pousar no ZUIKAKU. As terríveis perdas entre as aeronaves que atacaram a força tarefa americana foram tantas que deixaram espaço suficiente para sua acomodação no ZUKAKU, mas alguns aviões do SHOKAKU e alguns próprios do TAIHO pousam neste.

– 14:32 h Tremenda explosão induzida de vapor de gás ocorre na proa lançando o convés de vôo blindado para cima e soprando as laterais do convés do hangar. A força precisa e a causa da explosão são um tanto ambíguas mas o choque da explosão rompeu o casco abaixo da linha d’água, e toda a energia falhou. TAIHO fica inerte imediatamente. Por esta razão, entende-se imediatamente que o navio recebeu um golpe terrível e provavelmente mortal.

– 15:00 h TAIHO é um destroço em chamas abalado por explosões sucessivas e com o chamas da da ilha a prao avançando. Embora o controle de danos consiga manter o fogo inicialmente, o almirante Ozawa é obrigado a transferir sua bandeira dentro dos próximos trinta minutos. O DD WAKATSUKI aproxima-se e envia um barco. Mas Ozawa transfere-se deste DD para o CA HAGURO.

-16:06 h TAIHO continua a queimar furiosamente e começa a adernar a bombordo e a naufragar lentamente pela proa. O petróleo vazando dos tanques e cobrindo o mar pega fogo, aumentando o inferno e o perigo. Qualquer possibilidade do HAGURO o levar a reboque está fora de questão. Percebendo que o navio não pode ser salvo, o capitão Kikuchi ordena que seja evacuado.

– 16:28 h Ainda alinhado, inclina-se para estibordo mas afunda pela proa “horizontal” e “niveladamente” submergindo com a quilha semi-plana.  Os DD ISOKAZE, WAKATSUKI e HATSUZUKI resgatam mais de 1.000 tripulantes, incluindo o Capitão Kikkuchi Tomozo. Perda de 28 oficiais e 632 tripulantes. Quase todos os ocupantes da sala de máquinas são perdidos, mas alguns homens das salas de caldeiras 2 e 6 conseguiram escapar. 

22.06.44 Okinawa / Baía Nakagasuku. Sobreviventes são transferidos de navios de resgate para o CV ZUIKAKU

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